Crise aquece o mercado de coworking em 2016

Não é possível esconder o fato de que a crise está presente em nossa economia e, dia a dia, os efeitos são sentidos pela população neste ano que recém se iniciou.

Os pequenos e médios empresários são os mais lesados por tudo que vem ocorrendo e o desemprego vem alcançando altas taxas, enquanto a demanda por produtos e serviços se reduz gradativamente.

Ao mesmo tempo que muitas pessoas enxergam este quadro com pessimismo e acreditam que nada possa ser feito, outras aproveitam a ocasião para pensar diferente e realizar investimentos inovadores, atendendo às necessidades e desejos gerados pelo novo cenário em nosso país, a exemplo dos espaços de coworking.

Deste modo, é possível dizer que a crise aquece o mercado de coworking em 2016.

As razões pelas quais a crise aquece o mercado de coworking são óbvias: com a elevação dos índices de desemprego e a criação de novas formas e formatos de se trabalhar, os indivíduos não estão mais presos a uma única estrutura ou local.

O trabalho flexível ou ainda a terceirização do espaço do local onde se trabalha torna-se uma das principais necessidades do novo momento.

Primeiramente, foram os cafés e as cafeterias que descobriram e seguiram esta tendência. O Starbucks, por exemplo, é dos grandes destaques entre os que entenderam esta necessidade e passaram a prover modos de ajudar as pessoas a realizar suas funções de modo remoto.

Outro motivo pelo qual a crise aquece o mercado de coworking em 2016 é a procura de soluções para otimização de custos por parte das empresas.

Não estar ligado diretamente à uma estrutura reduz os custos fixos para a companhia e diminui sua responsabilidade sobre esta função, além de poder oferecer ao funcionários locais alternativos de escritórios, fugindo de zonas super comerciais. Coworking pode ofecer melhor qualidade de vida sim!

Com a flutuação dos preços de aluguel e as constantes diferenças em taxações, esse fator torna-se totalmente relevante no momento da escolha do tipo de estrutura a seguir, sendo esse modelo benéfico e oportuno tanto para donos de imóveis, quanto para novos investidores e empresas que precisar reduzir custos de aluguel.

Podemos citar ainda, a possibilidade de networking e trocas de experiências que agregam ainda mais aos modelos inovadores de trabalho que vêm sendo cada vez mais discutidos nesses, pelo menos, 6 anos que estamos atuando no mercado, como aconteceu no Global Coworking Unconferece Conferece deste ano.

Tanto o network como a convivência com indivíduos de diferentes áreas , formações e indústrias dentro do coworking, podem gerar conhecimento e até mesmo futuras parcerias, trazendo ainda mais benefícios para o profissional que precisa prosperar em momentos de crise.

Por fim, é possível conferir numericamente o quanto a crise aquece o mercado! Atualmente são 238 espaços ativos no país, sendo 95 deles no estado de São Paulo, atuando nos mais diversos setores.

Muito embora esse cenário pareça ser muito competitivo, ainda existem muitas possibilidades para os coworkings. A tendência é que esses modelos cresçam cada vez mais e seus serviços sejam cada vez melhores, proporcionando benefícios diferenciados por segmento de empresas ou áreas de atuação, por exemplo.

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